quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Procrastinação


A gente bem sabe o impacto disso na vida real!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Ada Byron King - a condessa de Lovelace


Ada Byron King, a condessa de Lovelace, filha de Lord Byron, junto com seu companheiro Charles Babbage, iniciou o ambicioso projeto de construção da Máquina Analítica.

Ada é uma das poucas mulheres a figurar na história do processamento de dados. Matemática talentosa, compreendeu o funcionamento da Máquina Analítica e escreveu os melhores relatos sobre o processo. Matemática talentosa, compreendeu o funcionamento da Máquina Analítica e escreveu os melhores relatos sobre o processo. Criou programas para a máquina, tornando-se a primeira programadora de computador do mundo.

Ada Byron King (10 de dezembro de 1815 - 27 de novembro de 1852), foi a primeira programadora da história dos computadores.

Ada Lovelace nasceu na Inglaterra, única filha legítima do poeta ingles Lord Byron e de Annabella Milbanke Byron.

Ada Byron, ou Sr.ª Lovelace, foi uma das mais curiosas personagens da história da computação. Augusta Ada Byron nasceu em 10 de dezembro de 1815, filha do ilustre poeta Lord Byron. Cinco semanas após seu nascimento, sua mãe, a Sr.ª Byron, pediu o divórcio do escritor e conseguiu a custódia da filha. Ada foi criada por sua mãe para ser matemática e cientista. A Sr.ª Byron, recém separada, tinha medo de que ela trilhasse os mesmos caminhos do pai e se tornasse uma poetisa. Apesar dos planos de sua mãe, Ada nunca negou suas inclinações poéticas e ansiava por ser "analista e metafísica". Com cerca de trinta anos, Ada escreveu a sua mãe perguntando: "Se você não pode me dar poesia, pode dar-me então ciência poética?" Seu entendimento de matemática foi sempre envolvido de imaginação e descrito em metáforas

Aos 17 anos, Ada foi apresentada a Mary Somerville, uma mulher extraordinária que traduziu o trabalho de Laplace para o inglês e cujos textos eram estudados em Cambridge. Apesar de encorajar Ada a estudar matemática, ela também fazia esforços para enquadrar a matemática e a tecnologia num contexto humano apropriado. Foi então em um jantar, na casa de Mary Somerville que, em novembro de 1834, Ada ouviu as idéias de Charles Babbage sobre uma nova máquina de calcular, a Máquina de Diferenças. Babbage conjecturou: e se uma máquina pudesse não apenas prever, mas agir na previsão do resultado? Ada ficou encantada com a universalidade das idéias de Babbage, mas, infelizmente, parece ter sido a única.

Em 8 de Julho de 1835 casou-se com William King, oitavo barão de King, nomeado mais tarde Conde de Lovelace. Seu nome de casada passou a ser desde essa época Lady Augusta Ada Byron King, Condessa de Lovelace, nome do qual nasceu dua denominação moderna de (Lady) Ada Lovelace.

Estudou matemática e ciências, sendo um de seus tutores Augustus De Morgan, primeiro professor de matemática da Universidade de Londres. Autodidata, desde jovem trabalhou com Charles Babbage, a quem consideramos como o pai dos ordenadores, graças a sua máquina analítica que funciona com o mesmo princípio dos computadores atuais.

Babbage progrediu em seus planos e divulgou os resultados de seu trabalho num seminário em Turim, Itália, no outono de 1841. Menabrea, um italiano, escreveu tudo o que foi descrito por Babbage e publicou um artigo em francês sobre seu progresso. Em 1843, Ada, então casada com Earl of Lovelace e mãe de três crianças, traduziu o artigo de Menabrea.

Quando Babbage viu a tradução, achou que Ada tinha colocado suas próprias idéias no papel, o que aumentou em três vezes o tamanho do artigo. As cartas entre Babbage e Ada iam e vinham cheias de fatos e fantasias. Em seu artigo, publicado em 1843, os comentários prescientes de Ada, incluíam previsões de que a Máquina de Babbage deveria ser usada, entre outras coisas, para compor música complexa, produzir gráficos e para fins tanto práticos, quanto científicos.Ela tinha razão. Quando inspirada, Ada podia ser muito focada e também muito competente em matemática.

Ada sugeriu a Babbage que escrevesse um plano sobre como a máquina deveria calcular números de Bernoulli. Esse plano é considerado o primeiro programa de computador da história. Tanto que uma linguagem de programa de computador, desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos E.U.A., em 1979, recebeu o nome de "Ada" em homenagem à Sr.ª Lovelace. Depois de ter escrito os planos da Máquina Analítica de Babbage, sua vida foi tristemente marcada por doenças. Na época, seu círculo social incluía nomes como Sir David Brewster (o criador do caleidoscópio), Charles Wheatstone, o escritor Charles Dickens e Michael Faraday, além de Charles Babbage. Os interesses de Ada Byron iam desde a música e cavalos a máquinas de calcular. Seu nome figurou como personagem de "A Máquina de Diferenças", de Gibson e Sterling. Nas séries "A Máquina que Mudou o Mundo" aparecem as cartas trocadas entre Babbage e Ada. Em outras publicações, como "Ada, a Encantadora de Números: Uma Seleção das Cartas da Filha de Lord Byron e Sua Descrição do Primeiro Computador", escrito pela doutora Betty Alexandra Toole, também existem cópias e referências aos manuscritos de Ada Byron.

Apesar de Ada ter vivido muito pouco - morreu com apenas 36 anos, assim como seu pai, ela foi responsável por antecipar, em mais de um século, o que consideramos como a computação moderna.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Bolsa de amores

Sempre vejo nas revistas, não só as femininas, mas até aquelas de companhia aéreas, uma reportagem que mostra o que algumas pessoas famosas levam na bolsa. Eu resolvi escrever e mostrar o que eu levo na minha linda bolsa....que comprei especialmente para comportar o que eu quero levar, e não o contrário.

Já fui adepta de Maxibolsas, de mini bolsas e agora me achei numa de tamanho médio.
E não sei porque motivo eu sou louca por bolsas brancas, mas não recomendo pra ninguém por suja muuuito!

Enfim, o que importa nesse post não é a bolsa em si (essas ficam para outros posts), mas sim o conteúdo (por isso o título, com a nome da música de Chico). ;-)

Eu tenho umas manias muito esquisitas de coisas que levo na bolsa, mas é assim mesmo, a gente vai ficando mais velho e as manias vão crescendo.



Impossível viver sem: Ipad2, prendedores de cabelo, óculos de sol, batons (rosa da Revlon e meu querido vermelho da Contém 1g e o lápis de boca vermelho - MAC), álcool em gel e a foto com os meus sobrinhos.

"Precisância", porém sem causar morte: Ipod e fone de ouvido, balinhas de menta (Imperial), caneta para Ipad, protetor solar em pó (PeterThomasRoth FPS30), Perfume Egeo Dolce (O Boticário), escova de cabelo e bolsinha de maquiagem com pó, corretivo e blush.

E aí, qual é o seu conteúdo?


"A beleza de uma pessoa é o contéúdo que há em cada uma delas."
Ângela Muzzolon


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Mais um pouco sobre viagens - ainda em DC

Mais um pequeno post recheado de fotos sobre essa bela capital que é Washington-DC.
Desta vez mostro um pouquinho do que os washingtonians fazem para se divertir na estação mais quente do ano.

Screen on the green and other summer stuff

Visitem e comentem! :-)

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Eis que a jaqueta jeans volta com tudo!

E quem disse que um dia ela partiu?




Em agosto a revista Vogue publicou que a jaqueta jeans volta com tudo neste outono do norte, primavera brasileira.

Eu sempre achei um charme usar a jaqueta jeans com vestidos (mesmo porque acho dificil encontrar outros casacos que dão certo com vestidos leves). E aqui alguns exemplos de que meu raciocínio estava certo.



Nossa semi musa Blake Lively (porque nossa musa número 1, Blair Walrdolf nunca usaria uma peça jeans), também apareceu de jaquetinha jeans no ultimo episódio da quarta temporada do Gossip Girls . Um luxo como sempre, mas é claro que no calor brasileiro não rola muito jaqueta com maiô, né?! E taí também algo a se pensar, ela com toda sua magreza usando maiô na praia.




Eu acho que todos temos uma bela jaqueta jeans de outras temporadas encostada no armário, é hora de dar luz novamente a essa peça excelente para a meia-estação.
Adorne-a com echarpes coloridas, blusas de tecido leve, colares e peças nude bem delicadas para um contraste ao jeans.